FELICIDADE É... ESTRADA

(35 mm, 17 min, cor, 1995)
(janela 1.66, som óptico mono)
(episódio do longa-metragem FELICIDADE É...)

Dois casais amigos, vivendo um raro momento de felicidade, tomam a estrada em direção à serra para passar o que promete ser o feriadão ideal. Um caminhoneiro, vivendo seu inferno astral, tem que entregar uma encomenda numa cidade distante, com seu caminhão velho e sem freios, e voltar correndo para um insuportável compromisso doméstico. Num breve futuro, estes dois caminhos vão terminar se cruzando. Mas quem acredita em Destino?

 Pedro Cardoso, Débora Bloch
Foto por Alex Sernambi: Pedro Cardoso, Débora Bloch

ASSISTIR (PORTA CURTAS)

ROTEIRO
 

Direção: Jorge Furtado

Produção Executiva: Nora Goulart e Luciana Tomasi
Roteiro: Jorge Furtado
Direção de Fotografia: Alex Sernambi
Direção de Arte: Fiapo Barth
Música: Leo Henkin
Direção de Produção: Leandro Klee
Montagem: Giba Assis Brasil

Uma Produção da Casa de Cinema PoA

Elenco Principal:
Pedro Cardoso (Luis)
Débora Bloch (Maria)
Lila Vieira (Sandra)
Fabiano Post (Eduardo)
Zé Adão Barbosa (Mutuca)
Zé Victor Castiel (Gaúcho)

CRÉDITOS COMPLETOS

Prêmios (recebidos pelo longa-metragem FELICIDADE É...)

  • 23º Festival de Gramado, Cinema Latino, 1995:
    Melhor Filme (Júri Popular), Melhor Filme Brasileiro

  • 3º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá, 1995:
    Melhor Filme (Júri Popular)

  • 28º Festival do Cinema Brasileiro de Brasília, 1995:
    Melhor Filme (Júri Popular), Melhor Atriz (Denise Fraga, no episódio SONHO)

Crítica

"Valeu a ousadia: o longa-metragem de episódios FELICIDADE É levou dois dos três kikitos mais importantes e sagrou-se o principal vencedor do 23º Festival de Gramado. A produção cooperativada e autoral provou a maturidade dos realizadores, que estiveram na vanguarda do curta-metragem nacional. O sucesso de estima de ontem provou-se capaz de conquistar o público hoje."
(Amir Labaki, FOLHA DE SÃO PAULO, 21/08/95)

"Com quatro idéias na cabeça, uma câmara na mão e um orçamento enxuto, um quarteto de cineastas enfim conseguiu realizar o sonho dourado do cinema brasileiro: fazer um longa-metragem. (...) De longe, o melhor episódio é Estrada, roteirizado e dirigido por Jorge Furtado. Para a tela grande, Furtado recriou o charme e a frivolidade de dois jovens casais de classe média alta brasileira que planejam seus passatempos para um final de semana campestre. Enquanto isso, em rota de colisão com eles, trafega um caminhoneiro feio, sujo, malvado, carregando sucata e xingando palavrões. No cruzamento fugaz de destinos tão díspares, Furtado condiciona a felicidade à sorte. Acaba fazendo um belo curta".
(Revista Veja, 20/09/1995)

13/09/1995