Poesia

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A vontade que se inclina ante a imagem que ela própria eleva

Meu medo é que a imprensa comece a acreditar no que publica. Quer dizer, que digam que não podem afirmar se a ficha e o grampo são falsos, tudo bem, mas que acreditem, aí já é demais. (E cadê o Picasso do INSS?) Leia mais

Soneto freudiano

Novembro de 2005. Eu tinha acabado de ler o magnífico sonetário do Glauco Mattoso, "Panacéia" (que hoje já não teria mais acento). E achei que eu também podia fazer. Um, pelo menos. Viciei: em menos de quatro anos, já fiz mais dois. Glauco já passou de três mil. Será que eu chego lá? Leia mais

Comorora

"Como a aurora", convenhamos, não é a melhor maneira de começar um hino. Não tanto pelo duplo sentido sacana: nem mesmo o Mário Lago, em 1941, parecia interesado em comer a Aurora, a não ser que ela fosse sincera. Leia mais

Sexo e Poesia, segunda parte

Não engulo esta onda moralista sobre a suposta "pornografia" dos textos dos livros didáticos paulistas. Já li um abobado chamando Manoel de Barros de pornográfico, cruzes. Leia mais

Samba do Diretor

Não sei se vocês perceberam que existem músicas para todas as profissões, pedreiros, atrizes, bailarinas, jogadores de futebol, malandros, funcionários, dançarinas, prostitutas, amélias, mas nunca alguém se dignou a fazer um reles sambinha para os diretores. Preenchendo esta lamentável lacuna, aqui vai.
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Sexo e poesia

"A maioria de nossas funções humanas é singular: não precisamos de ninguém para respirar, andar, comer ou dormir. Mas precisamos dos outros para falar, para que nos devolvam o que dissemos. A linguagem é um modo de amar."

Alfred Döblin, citado por Alberto Manguel em "A Cidade das palavras: as histórias que contamos para saber quem somos". Leia mais

Ao trabalho

Falar em prosa é coisa corriqueira

Mato que acha até quem não procura

Poesia é flor que nasce noutra beira

E onde floresce põe, na precisão, loucura.

Caros atores, amigos, cara equipe

Lá vamos nós então, mais um trabalho

Espero que nenhum de nós se gripe Leia mais

Cobras, lagartos e outras coisinhas mimosas

Revendo, depois de muitos anos, "O Bebê de Rosemary", um diálogo de pouca importância no filme me chamou atenção. Leia mais

Do intertexto

Engraçado o Jorge ter perguntado justamente hoje "para que raios serve um soneto?". Eu também não sei, é claro, e talvez exatamente por isso esteja há alguns dias tentando compor um. Não consegui, mais uma vez - quase sempre que eu tento sonetear, termino me passando das canônicas 14 linhas. Leia mais

Maluco faz arte?

Arte é o resultado da visão de mundo de um artista e da vontade consciente que este artista tem de compartilhar esta visão. "Arte requer comunhão", ensinou Stravinsky. Faz-se a partir de si, para outros. Maluco faz arte sem querer, para si mesmo, e isso não é arte, dizem. Leia mais

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